Império Serrano

Grêmio Recreativo Escola de Samba Império Serrano é uma das mais tradicionais escolas de samba da cidade do Rio de Janeiro. Dona de nove títulos do Grupo Especial (1948, 1949, 1950, 1951, 1955, 1956, 1960, 1972, 1982), ocupa, junto com o Salgueiro, a posição de quarta maior vencedora no rol das campeãs do carnaval do Rio de Janeiro. Já foi também vice-campeã em dez oportunidades (1953, 1954, 1957, 1958, 1962, 1965, 1967, 1968, 1973 e 1984) e campeã do grupo de acesso quatro vezes (1998, 2000, 2008, 2017). Em 2017, o Império Serrano sagrou-se campeão da Série A do carnaval carioca e garantiu seu retorno ao Grupo Especial após oito anos.

Sua origem é a Serrinha, embora sua sede atualmente se localize na Avenida Ministro Edgar Romero, ao lado da Estação Mercadão de Madureira. A escola tem como padroeiro o santo São Jorge.

Nasceu a 23 de março de 1947, a partir de uma dissidência da antiga escola de samba Prazer da Serrinha. Sua Ala de Compositores é uma das mais respeitadas, tendo em sua história nomes como Silas de Oliveira, Mano Décio, Aniceto do Império, Molequinho, Dona Ivone Lara (A primeira mulher a compor um Samba Enredo, e hoje chamada de A Rainha do Samba), Beto sem Braço, Aluísio Machado, Arlindo Cruz, só para citar alguns dentre tantos.

Sua história é coroada por sambas considerados clássicos do samba enredo como Aquarela Brasileira (1964) e (2004), Exaltação a Tiradentes (1949), Os Cinco Bailes da História do Rio (1965), Heróis da Liberdade (1969), Bumbum paticumbum Prugurundum (1982),O Império do Divino(2006) e de ser a primeira escola a implementar destaques.

Lugar de origem

Madureira abriga a quadra do Império Serrano. O Morro da Serrinha, na divisa do bairro com Vaz Lobo é o berço da escola de samba.

O Império Serrano teve origem no Morro da Serrinha, vertente oeste da Serra da Misericórdia, entre os bairros de Madureira e Vaz Lobo. A região foi povoada, no início do século XX, por moradores expulsos do centro da cidade e ex-escravos. Os habitantes da localidade cultivaram tradições populares como os blocos carnavalescos familiares e as rodas de samba e de jongo. Diferente de outros logradouros onde o jongo deixou de ser praticado, na Serrinha a tradição foi mantida, com a criação da ONG Jongo da Serrinha e da Casa do Jongo. Dentre os blocos da Serrinha, destacavam-se o Primeiro Nós, Bloco da Lua, Dois Jacarés e Três Jacarés, organizados por Francisco Zacarias de Oliveira; e a Agremiação Carnavalesca e Recreativa Borboleta Amorosa. Na região, havia também o bloco Cabelo de Mana, organizado por Alfredo Costa e que, em 1930, originou a escola de samba Prazer da Serrinha, também comandada por Alfredo e sua família.

A Serrinha é citada em diversas composições do Império Serrano, como nos sambas de 1989 (“Sob os olhos graciosos de Oxalá / Desce a Serrinha”); 1999 (“Lá vou eu de verde e branco, feliz / A serrinha é meu encanto, meu país”); 2010 (“E na Serrinha ecoa a voz de uma nação que diz: Sou Império!”); 2011 (“Poema que é ponto de partida / Pra Serrinha entrar em cena / Com Vinicius nessa avenida”); entre outros. No carnaval de 2016, a escola homenageou a Serrinha com o enredo “Silas canta Serrinha”.

Antecedentes

Sebastião Molequinho, um dos fundadores da escola, ao lado de Átila Gomes, presidente da escola em 2012.

A forma como Alfredo Costa presidia a escola de samba Prazer da Serrinha, impondo suas ideias, de forma pouco democrática, encontrou resistência ao longo dos anos. Diversos episódios de briga e descontentamento com Seu Alfredo contribuíram para a dissidência de componentes da agremiação.

O fato que culminou na criação do Império Serrano ocorreu durante o carnaval de 1946. Para o desfile daquele ano, o Prazer da Serrinha escolheu o enredo “A Conferência de São Francisco”. Pela primeira vez, a escola apresentaria um samba-enredo. Conhecido como “A Paz Universal”, o samba foi composto por Mano Décio da Viola e Silas de Oliveira especialmente para contar o enredo da agremiação – sendo também o primeiro samba-enredo da dupla. Porém, na hora do desfile, Seu Alfredo ordenou que fosse cantado o samba de quadra “Alto da Colina”, de autoria do compositor Albano. Mesmo descontentes, e sem entender a decisão do presidente, os componentes desfilaram cantando o samba de quadra, e não o samba-enredo de Silas e Mano Décio. A troca do samba causou problemas na harmonia do desfile, visto que os desfilantes não haviam ensaiado o samba de quadra. A escola não foi bem avaliada, ficando classificada em 11.º lugar, a penúltima colocação do carnaval. Inconformado, Sebastião Molequinho, filho de Francisco Zacarias de Oliveira e compositor da escola, escreveu um samba sobre o ocorrido (“Quase chorei / Quando a nossa escola desfilou / Senti grande emoção / Que meu coração quase parou / O samba do concurso / Não era aquele / Era um samba harmonioso / Que o Mano Décio escreveu / Serra, dos meus sonhos dourados / A paz universal restabeleceu”). Molequinho e outros sambistas sugeriram aos dirigentes da agremiação a criação de uma nova diretoria, porém, a ideia foi imediatamente recusada. Molequinho então decidiu colher assinaturas para a criação de uma nova escola de samba. Ciente do abaixo-assinado, a diretoria do Prazer da Serrinha promoveu uma reunião assumindo a culpa pelo fracasso do desfile, conseguindo reconquistar a confiança de alguns sambistas, dentre eles, Mano Décio da Viola. Para o carnaval de 1947, foi escolhido o enredo “Bandeirantes”, e o samba-enredo cantado seria da dupla Mano Décio e Silas de Oliveira. A escola, porém, perdeu muitos componentes, que preferiram formar um bloco para desfilar pelo bairro.

Fundação

Após o carnaval de 1947, Sebastião Molequinho, incentivado por Elói Antero Dias, convocou sambistas e dissidentes do Prazer da Serrinha, para uma reunião com o intuito de fundar uma nova escola de samba. O Império Serrano foi fundado em 23 de março de 1947, durante uma reunião na casa de Dona Eulália do Nascimento (irmã de Molequinho) e seu marido José Nascimento, na Rua Balaiada, número 142, no Morro da Serrinha.

Os sócios fundadores da escola foram Sebastião Molequinho, Elói Antero Dias, Mano Décio da Viola, Silas de Oliveira, Abílio Ferreira da Silva, Alcides de Oliveira, Aniceto Menezes, Antenor Almeida dos Santos, Antenor Rodrigues de Oliveira, Antônio dos Santos (Mestre Fuleiro), Aristides Dias, Augusto Cardoso dos Santos, Carlos da Silva Reis, Clóvis de Oliveira, Hugo Correia de Matos (Mocorongo), Jair Machado, João Gradim, José Nascimento Filho, José Luiz Feliciano, Manoel Antônio Coelho, Mario Avelino Rocha, Mario Feliciano (Manula), Oswaldo Braz de Almeida, Oscarino Luiz dos Santos, Oswaldo Gonçalves, Pedro Francisco Monteiro Junior, Reginaldo Paulino, Ruy Coelho e Zacarias da Silva Avelar.

“Parecia que eles tinham estudado muito, mas não. Aprenderam tudo o que sabiam no sindicato, no Cais do Porto, e levaram as práticas de lá para a escola. Por isso o Império nasceu forte.”

— Jorginho do Império, compositor e ex-intérprete do Império; filho de Mano Décio.

O intuito era fundar uma escola de samba sem dono, nem patrono, onde as decisões fossem tomadas de forma democrática, o oposto do que vinha acontecendo no Prazer da Serrinha. Assim ocorreu durante a reunião, onde, através de votações, foram escolhidos o nome, as cores e o símbolo da nova agremiação. Uma eleição foi realizada para definir a primeira diretoria da escola, sendo João Gradim (irmão de Eulália e Molequinho) eleito o primeiro presidente do Império Serrano.[29] Também foi estipulada a cobrança de um valor mensal dos associados para ajudar financeiramente a escola.[16] Tamanha organização tinha inspiração no Sindicato dos Estivadores, do qual fazia parte Mano Elói, Mano Décio, Molequinho, Fuleiro, Aniceto Menezes e José do Nascimento.

Nome, cores, símbolo e apadrinhamento

As cores verde e branco e a coroa imperial com pedras coloridas na bandeira do Império Serrano.

O nome “Império Serrano” foi proposto por Sebastião Molequinho, e aceito por unanimidade na reunião de fundação. O “Serrano” faz referência ao Morro da Serrinha, berço da escola. O símbolo da escola é a Coroa Imperial Brasileira, ou Coroa do Segundo Império. É comum a coroa, simbolo da escola, vir no carro abre-alas dos desfiles da agremiação, seja do jeito clássico ou de formas estilizadas.

Molequinho propôs as cores azul e amarelo ouro, porém, não foram aprovadas. As cores verde e branco foram escolhidas por Antenor Rodrigues de Oliveira, que na ocasião, compôs o primeiro samba da escola (“O branco é paz / O verde é esperança / Diz o ditado / Quem espera alcança / Eu esperei e alcancei / Império, tudo por ti farei”). Outras composições da escola também fazem referência às cores da agremiação, como, por exemplo, os sambas de 1994 (“Neste delírio tropical / O verde e branco é a razão da minha vida”); 1999 (“Lá vou eu de verde e branco, feliz / A serrinha é meu encanto, meu país”); 2008 (“Eu sou verde-e-branco com muito orgulho / Sou emoção”); 2010 (“Numa explosão de emoção / É verde-e-branco essa paixão”); entre outros. O Império Serrano também é chamado de “Reizinho de Madureira”, “Menino de 47” e “Império do Samba”. O samba-enredo de 1992 (“Essa paixão é Carnaval / Eu sou um menino de quarenta e sete / Imperial”) e o de 2014 (“Seguindo o cortejo, posso ouvir o toque do agogô / Emoção em verde e branco / O reizinho de Madureira chegou”) fazem referência aos apelidos. “Menino de 47” é o título de um samba-exaltação do Império, composto por Sebastião Molequinho e Nílton Campolino.

A Portela foi escolhida para batizar o Império Serrano. Porém, a derrota da mesma para o novato Império, em 1948, interrompeu a sequência de sete conquistas consecutivas da azul e branco de Madureira, criando uma rivalidade com a escola da Serrinha. Com o batismo não realizado, o Império Serrano ficou sem escola-madrinha, tendo apenas São Jorge como padroeiro.

Bandeira

A bandeira, ou pavilhão, do Império Serrano foi desenhada por Mestre Caetano, inspirada na bandeira do Império da Tijuca. Consiste em doze raios de cores intercaladas (seis verdes e seis brancos), partindo de uma circunferência central, de cor verde, em direção às extremidades da bandeira. Dentro da circunferência, constam, em forma circular, as inscrições “G.R.E.S. IMPÉRIO SERRANO” e “1947” (ano de fundação da escola). No centro da circunferência, está localizado o desenho da Coroa Imperial Brasileira – o símbolo da escola. A coroa tem em sua base aplicação de pedras coloridas. Cada presidente eleito(a) tenta imprimir sua personalidade na gestão realizada na escola. Com isso, é comum a logomarca e a bandeira da agremiação sofrerem pequenas mudanças a cada ano, como por exemplo, no número de raios e de circunferências (já foram utilizados pavilhões com oito raios e com duas circunferências concêntricas). As cores das letras das inscrições também podem ser alteradas.

História

Em seu primeiro desfile, a escola sagrou-se campeã, no ano de 1948, ano em que ainda não havia a divisão do Carnaval entre grupo principal e divisões inferiores. Começava a surgir, no entanto, a disputa política entre as entidades representativas UGES e FBES, sendo o Império filiado a esta última. Apenas as escolas filiadas a FBES teriam recebido verbas públicas, uma retaliação do poder municipal a proximidade entre a UGES (depois UGESB) e o PCB.

A presença de Irênio Delgado, considerado pela Portela e Mangueira como simpatizante do Império Serrano, aprofundou a cisão, levando a organização de mais de um concurso nos três anos seguintes, um por cada entidade representativa (UGESB, FBES e a efêmera UCES, que só durou um ano). No concurso da FBES, o Império Serrano venceu nos três anos, obtendo o tetra-campeonato consecutivo.

Com a reunificação do carnaval em 1952 a partir da criação da AESCRJ, não houve julgamento dos desfiles do grupo principal daquele ano, o que fez com que apenas em seu sexto carnaval a escola da Serrinha não conquistasse o título, sendo vice-campeã em 1953 e 1954. Venceu novamente em 1955 e 1956, posicionando-se a partir de então como uma das forças mais tradicionais do Carnaval carioca de então, ao lado de Portela, Mangueira e Salgueiro.

Em 1975 a escola escolheu como enredo “Zaquia Jorge, Vedete do Subúrbio, Estrela de Madureira”, sendo a disputa interna vencida pelo compositor Avarese. No entanto, o samba que ficou em segundo lugar, composto por Acyr Pimentel e Cardoso, acabou sendo gravado por Roberto Ribeiro sob o título “Estrela de Madureira”, e se tornou um clássico do samba, e também uma espécie de hino da escola, tornando-se muito mais famoso que o samba vencedor daquele ano.

Em 1978 entre as 10 escolas de samba do Grupo Principal, a Império Serrano termina na sétima posição e com isso sofre o seu primeiro rebaixamento da história .

No ano de 1981, é lançado o livro “Serra, Serrinha, Serrano: o Império do Samba”, de Raquel Valença e Suetônio Valença, até hoje considerado uma referência sobre a história da escola.Nesse mesmo ano a escola ficou em último lugar.

Em 1982, a cantora Clara Nunes gravou o Serrinha (samba em homenagem à escola), escrito por Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro.

Também na década de 1980, a escola teve grandes momentos com enredos criados por Fernando Pamplona, desenvolvidos por outros carnavalescos, como Bumbum Praticumbum Prugurundum, de 1982, quando as carnavalescas Rosa Magalhães e Lícia Lacerda deram ao Império Serrano seu último título da primeira divisão, após um jejum de dez anos,Mãe Baiana Mãe(1983), Eu Quero (1986), Com a boca no mundo, quem não se comunica se trumbica (1987) e Para com isso, dá cá o meu (1988).

Na década de 1990, a escola enfrentou sérios problemas de política interna que redundaram em três rebaixamentos (1991, 1997, 1999).

O Império voltou à elite do carnaval em 2001, mas ainda permaneceu lutando com dificuldade para permanecer no Grupo Especial. Nesse ano, trouxe um samba de Arlindo Cruz, Maurição, Carlos Sena e Elmo Caetano, que foi considerado pela crítica como o mais bonito do ano, e que contava a história da Resistência, como era chamado o Sindicato dos Estivadores do Rio de Janeiro, ao qual vários dos primeiros integrantes da escola foram ligados. Porém um defeito no principal carro alegórico, formado por um contêiner que se abriria durante o desfile, inviabilizou a surpresa que a escola havia preparado, o que certamente deve ter lhe tirado pontos preciosos.

Em 2004, o Império reeditou “Aquarela Brasileira”, considerado um dos sambas-enredo mais bonitos da história, e mesmo com problemas financeiros e disputas internas, levantou o público no Sambódromo, mas acabando longe do título na classificação final.

Com uma homenagem à cantora Carmen Miranda, o Império Serrano se tornou campeão do Grupo de Acesso A e voltou em 2009 a desfilar no Grupo Especial do Rio de Janeiro.

Em 2007, a escola caiu novamente para o grupo de acesso A, sagrando-se a campeã deste grupo em 2008 com o enredo Taí, eu fiz tudo para você gostar de mim. A escola regressará ao Grupo especial.

Para o carnaval de 2009, após o retorno ao Grupo especial e a reeleição de Humberto Soares Carneiro para a presidência da escola, Márcia Lage estreou carreira-solo como carnavalesca. Após anos trabalhando junto a seu esposo Renato Lage, ela reeditou o enredo de 1976, Lenda das sereias rainha do mar, com o título alterado para Lendas das sereias, mistérios do mar, samba este que também já fora reeditado pela Inocentes de Belford Roxo em 2006. A escola também trouxe de volta o intérprete Nêgo. Apesar do investimento, o Império terminou na 12ª colocação, voltando para o Grupo de Acesso.

Em 2010, trouxe a carnavalesca Rosa Magalhães e apresentou um enredo sobre o personagem João do Rio, onde obteve um 6º lugar. Após o carnaval, seu presidente Humberto Soares Carneiro renunciou, forçando uma nova eleição, para um mandato tampão, que ocorreu em julho de 2010, e terminou com um empate entre os candidatos Vera Lúcia Correa Souza e Helton Dias, ambos com 204 votos. A primeira, por ser integrante da agremiação a mais tempo, foi eleita a presidente. que no primeiro carnaval, trouxe como carnavalesco (Alexandre Colla), interpretes (Carlinhos da Paz e Vítor Ciunha). além de Vânia Love como rainha de bateria, apresentou um enredo sobre o poetinha Vinícius de Moraes. no entanto apresentou um desfile pífio das suas tradições, mas terminou na 7ª colocação.

Em maio de 2011 houve eleição novamente, na qual se sagrou-se presidente, o ex-diretor de bateria da escola (Átila Gomes) que venceu por dois votos a ex-presidente Vera Lúcia. Antes do pleito, ele já havia afirmado que contrataria Mauro Quintaes para ser o carnavalesco. O intérprete Rixxah chegou a ser contratado, mas foi dispensado antes do Carnaval. Com um desfile em homenagem à Dona Ivone Lara a escola foi apontada pela mídia carnavalesca, como a melhor escola do grupo de acesso A. No entanto, na classificação final, a agremiação obteve apenas a segunda colocação.

Torcida do Império Serrano, na Sapucaí, em 2009.

Para 2013, a escola optou por ter como enredo uma das principais cidades do Circuito das Águas de Minas Gerais: o município de Caxambu. O alto valor estipulado de investimento por parte da cidade no carnaval da agremiação gerou grandes expectativas para o desfile. O retorno de Nêgo já estava acertado, tendo ele, inclusive, gravado o samba-enredo no CD da Série A e até participado do ensaio técnico na Sapucaí. Mas como o regulamento dos desfiles proibia que a principal voz de uma escola assumisse o posto de intérprete oficial em outra (mesmo que em grupos diferentes), e Nêgo já tinha este compromisso com a Grande Rio, às vésperas do carnaval, Freddy Vianna foi convidado para assumir mais uma vez o microfone imperiano. Também às vésperas do carnaval, Carlinhos de Jesus deixou o posto de coreógrafo da comissão de frente, assumindo, em seu lugar, Caio Nunes. O patrocínio esperado não foi recebido, o que acabou comprometendo o carnaval da escola. No início do desfile, houve um problema com o tripé da comissão de frente e o mesmo teve que ser deixado ainda na concentração. Para 2014 o enredo foi sobre a cidade de Angra dos Reis onde o Império terminou em 6° lugar. Após esse carnaval, houve mais uma eleição, inicialmente prevista para 18 de maio, e por decisão judicial, remarcada para 15 de Junho, e onde, com chapa única, Vera Lúcia retornou à presidência. Em 2015, começava o que seria uma trilogia do carnavalesco Severo Luzardo, num enredo que abordava a Fé do imperiano. Com um desfile surpreendente, que superou as expectativas, a escola obteve o 3° lugar. Em 2016, a escola homenageou um de seus ícones, Silas de Oliveira, com o desfile sendo aclamado como um dos melhores, a Serrinha acabou obtendo o 4º lugar.

Para 2017 se especulava um enredo sobre os 70 anos da escola, porém, com a saída de Severo Luzardo da escola rumo a União da Ilha o tema foi descartado. A escola contratou o intérprete Marquinho Art’Samba – vindo da Imperatriz para ocupar a vaga de Pixulé – e o carnavalesco Marcus Ferreira, que desenvolveu o enredo “Meu quintal é maior que o mundo” em homenagem ao centenário do poeta Manoel de Barros. Com um desfile elogiado pela crítica especializada, a escola sagrou-se campeã da Série A, garantindo seu retorno a elite do carnaval carioca após oito anos.

Para o carnaval de 2018, a escola contratou o carnavalesco Fábio Ricardo, vindo da Grande Rio, que irá desenvolver o enredo “O Império do Samba na Rota da China” que abordou a rota da seda. Devido a diversos problemas como interdições dos barracões que perdurou por cerca de quase um mês, a crise financeira, entre outros fatores, a escola apresentou um belo carnaval, mas com problemas de acabamento em algumas fantasias e alegorias, ficou na 13ª colocação. Após a confirmação do resultando onde Grande Rio e Império Serrano seriam rebaixadas, alguns presidentes das escolas de samba se posicionaram contra o rebaixamento, alegando como causa, justamente a crise financeira. Três semanas depois, uma reunião promovida com as 14 escolas do grupo decidiram por manter Grande Rio e Império Serrano no especial, tendo Portela e Mangueira contra, e a abstenção da Vila Isabel e Viradouro. Com a decisão, o Império permanece no Grupo Especial em 2019.

Segmentos

Presidentes

Nome Mandato Ref.
João de Oliveira (João Gradim) 1947-1948 [57]
Hugo Pinto 1953-1956 [57]
Zacarias da Silva Avelar 1956-1958 [57]
Sebastião de Oliveira (Molequinho) 1958-1959 [57]
Elói Antero Dias (Mano Elói) 1959-1960 [57]
Alfredo Costa 1962-1963 [57]
Zacarias da Silva Avelar[nota 1] 1964-1968 [57]
Sebastião de Oliveira (Molequinho) 1968-1970 [57]
Irani Santos Ferreira 1970-1978 [57]
Humberto Soares Carneiro 1978-1979 [57]
Ribamar Corrêa de Souza 1979-1981 [57]
Jamil Salomão Maruff 1981-1984 [57]
Irani Santos Ferreira 1984-1987 [57]
Jamil Salomão Maruff 1987-1988 [57]
Oscar Lino da Costa Filho 1988-1992 [57]
Jamil Salomão Maruff 1992-1995 [57]
José Marcos da Silva 1995-1998 [57]
Antônio Lemos 1998-1999 [57]
Neide Coimbra 1999-2005 [57]
Humberto Soares Carneiro 2005-2010 [57]
Vera Lúcia Corrêa 2010-2011 [57]
Átila Gomes 2011-2014 [57]
Vera Lúcia Corrêa 2014-presente [58][5]

Intérpretes

Carnavais Intérprete oficial Referências
1959–1963 Abílio Martins [59]
1965 Jorge Goulart [60]
1966–1968 Jorge Goulart e Silas de Andrade [60][61]
1969–1970 Silas de Andrade [61]
1971 Roberto Ribeiro [62]
1972 Marlene e Abílio Martins [63][59]
1973 Marlene [63]
1974 Abílio Martins e Roberto Ribeiro [59][62]
1975–1979 Roberto Ribeiro [62]
1980 Roberto Ribeiro e Darcy Maravilha [62][64]
1981 Roberto Ribeiro e Abílio Martins [62][59]
1982–1983 Quinzinho [65]
1984 Ney Vianna [66]
1985–1988 Quinzinho [65]
1989 Silvinho da Portela [67]
1990–1991 Tico do Gato [68]
1992–1995 Roger da Fazenda [69][70][71]
1996–1997 Jorginho do Império [72]
1998 Carlinhos da Paz [73]
1999 Jorginho do Império [72]
2000–2002 Carlinhos da Paz [73]
2003 Wantuir [74]
2004–2007 Nêgo [75]
2008 Gonzaguinha [76]
2009 Nêgo [75]
2010 Cremilson Silva, Jovaci, Bira Silva e André Moreno [77][78][79]
2011 Vitor Cunha [80]
2012 Freddy Vianna e Tiãozinho Cruz [81][82]
2013 Freddy Vianna [81]
2014 Clóvis Pê [83]
2015 Cremilson Silva, Alex Ribeiro e Arlindo Neto [77]
2016 Pixulé [84]
2017–presente Marquinho Art’Samba [85]

Diretores

Ano Diretor de Carnaval Diretor de Harmonia Ref.
2014 Pedro Arídio Cosme Márcio [86]
2015 Paulo Santi Ferreti e André Marins [87]
2016 Paulo Santi Cosme Márcio
2017 Júnior Fionda e Paulo Santi Cosme Márcio [5]
2018 Zé Luiz Escafura e Hélio Oliveira Cosme Márcio

Comissão de frente

Coreógrafo(a) Período Ref.
Ivanir 1990 – 1991 [88][89]
Carlos Alberto Machado 1994 [70]
Evanir de Souza Marques 1995 [71]
Luiz Alves 1996 [90]
Reginaldo Alves 1997 [91]
Suzana Braga 1999 [92]
Sidney Verneck dos Santos 2000 [93]
Paulo Fernandes Mazoni 2001 – 2003 [94][95]
Jussara Padua 2004 – 2005 [96][97]
Nino Giovanetti 2006 [98]
Ciro Barcelos e Fernando Moraes 2007 [99]
Ciro Barcelos 2008 [100]
João Wlamir 2009 – 2010 [101]
Handerson Big 2011 [80]
Carlinhos de Jesus 2012 [102]
Caio Nunes 2013 [103]
Bete Spinelli e Ivan Reis 2014 [104]
Handerson Big 2015 [105]
Claudia Motta 2016 [106]
Junior Scapin 2017 – 2018 [107]
Claudia Motta 2019 – Atual

Mestre-sala e Porta-bandeira

Casal Período Ref.
Everaldo e Jacira 1951, 1957 [108][109]
Benício e Jacira 1959 [110]
Everaldo e Lenir 1961 [111]
Noel Canelinha e Nely 1963, 1968 [112][113]
Sérgio Jamelão e Alice 1969 [114]
Periquito e Alice 1970 [115]
Sérgio Jamelão e Alice 1971 – 1972 [116][117]
Zequinha e Alice 1973 [118]
Sérgio Jamelão e Alice 1974 – 1976 [119][120]
Periquito e Alice 1977 [121]
Sérgio Jamelão e Alice 1979 – 1981 [122][123]
Sérgio Jamelão e Mariazinha 1982 – 1983 [124][125]
Luís Carlos e Irene 1985 [126]
Robertinho e Irene 1986 – 1987 [127][128]
Cizinho e Juju Maravilha 1988 [129]
Claudinho e Mara 1990 [88]
Sérgio Jamelão e Selminha Sorriso 1991 [89]
Claudinho e Rita Freitas 1993 [130]
Cizinho e Andréa 1994 [70]
Claudinho e Rita Freitas 1995 – 1997 [71][91]
Claudinho e Janaína 1998 [131]
Claudinho e Rita Freitas 1999 [92]
Claudinho e Janaína 2000 – 2002 [132][133]
Claudinho e Fabiana Cid 2003 – 2005 [134][97]
Robson e Ana Paula 2006 – 2007 [98][135]
Charles Eucy e Danielle Nascimento 2008 [136][137]
Diego Machado e Jaqueline Gomes 2009 [138]
Charles Eucy e Danielle Nascimento 2010 [79]
Alex Marcelino e Raphaela Caboclo 2011 – 2013 [80][103]
Alex Marcelino e Bárbara Falcão 2014 [139][104]
Feliciano Junior e Raphaela Caboclo 2015 – 2018 [140]
Diogo Jesus e Verônica Lima 2019 – Atual

Bateria

Sua bateria é chamada de “A Sinfônica do Samba”, é considerada umas das melhores baterias do carnaval tanto carioca como paulista, tem 9 estandartes de ouro prêmio considerado o ‘Oscar do Samba’. Tem como característica principal o toque dos agogôs. Nos últimos anos, a escola mantem esse estilo, embora, às vezes modifica-os aos poucos.

Foram mestres de bateria do Império: Mestre Fuleiro, Mestre Alcides Grégorio, Mestre Faiscca, Mestre Macarrão até 2002, quando foi assassinado.[141] Mestre Átila entre 2002 e 2009, que depois viria a ser presidente da escola e, desde 2010, Mestre Gilmar, aprendiz do anterior mestre de bateria.

Diretor de Bateria Período Ref.
Mestre Átila 2005 – 2009 [97][138]
Mestre Gilmar 2010 – atualmente [79]

Rainhas de bateria

Até 2000, o Império sempre buscava em sua comunidade, rainhas de bateria, com exceção de 1996. de 2002, a escola sempre apostou em nomes fora de sua comunidade, como: Fabiana Andrade, Quitéria Chagas e Vânia Love, embora só Quitéria teve a cara da comunidade. A modelo e apresentadora Nicole Bahls, foi anunciada como nova rainha de bateria, mas abdicou-se do posto, devido a falta de comprometimento com a escola. Especulou-se sobre Antônia Fontenelle, mas a direção voltou atrás, e Beth Raposo foi coroada a Rainha de Bateria .

Período Rainha Ref.
1989-1991 Vanessa de Oliveira
1995 Kíssia
1996 Núbia Oliiver
1997-1998 Thaís Ribeiro
1999 Kíssia
2002-2005 Fabiana Andrade [147][148]
2006-2010 Quitéria Chagas [149]
2011 Vânia Love [150][151]
2012 Flávia Piana [152][153]
2013 Quitéria Chagas [154][155][156]
2014 Beth Raposo [157]
2015 Ângela Bismarchi [158][159][160]
2016 Patrícia Chélida [161]
2017- Milena Nogueira [7]

Carnavais

Carnavais da Império Serrano
Ano Colocação Divisão Enredo Carnavalesco Ref.
1948 Campeã Desfile Oficial “Homenagem a Antônio Castro Alves”
(Samba-enredo composto por Altamiro Maia)
Comissão de Carnaval [162][163]
1949 Campeã FBES “Exaltação à Tiradentes”
(Samba-enredo composto por Estanilau Silva, Mano Decio e Penteado)
Comissão de Carnaval [164][163]
1950 Campeã FBES “Batalha Naval do Riachuelo”
(Samba-enredo composto por Silas de Oliveira)
Comissão de Carnaval [165][163]
1951 Campeã FBES “Sessenta e um anos de República”
(Samba-enredo composto por Silas de Oliveira)
Comissão de Carnaval [108][163]
1952 Não houve julgamento Grupo 1 “Ana Néri ou Homenagem à Medicina Brasileira”
(Samba-enredo composto por Fuleiro, Mano Décio e Penteado)
Comissão de Carnaval [166][163]
1953 Vice-campeã Grupo 1 “O último baile da Côrte Imperial”
(Samba-enredo composto por: Silas de Oliveira e Waldir Medeiros)
Comissão de Carnaval [167][163]
1954 Vice-campeã Grupo 1 “O Guarani de Carlos Gomes”
(Samba-enredo composto por Antônio dos Santos, João Fabrício, Silas de Oliveira e Wealdir Medeiros)
Comissão de Carnaval [168][163]
1955 Campeã Grupo 1 “Exaltação a Caxias”
(Samba-enredo composto por João Fabrício, Mano Décio e Silas de Oliveira)
Comissão de Carnaval [169][163]
1956 Campeã Grupo 1 “Caçador de Esmeraldas” ou “Sonho das Esmeraldas”
(Samba-enredo composto por Mano Décio e Silas de Oliveira)
Comissão de Carnaval [170][163]
1957 Vice-campeã Grupo 1 “D. João VI ou Brasil Império”
(Samba-enredo composto por Mano Décio, Penteado e Silas de Oliveira)
Comissão de Carnaval [109][163]
1958 Vice-campeã Grupo 1 “Exaltação à Bárbara Heliodora”
(Samba-enredo composto por Mano Décio, Nilo de Oliveira e Ramon Russo)
Comissão de Carnaval [171][163]
1959 3.º Lugar Grupo 1 “Brasil holandês, homenagem a João Maurício de Nassau”
(Samba-enredo composto por Abílio Martins e Chocolate e Mano Décio)
Comissão de Carnaval [110][163][172]
1960 Campeã Grupo 1 “Medalhas e Brasões”
(Samba-enredo composto por Mano Décio e Silas de Oliveira)
Comissão de Carnaval [173][163][174]
1961 4.º Lugar Grupo 1 “Movimentos Revolucionários e Independência do Brasil – Inconfidência Mineira”
(Samba-enredo composto por Aidno Sá e Mano Décio)
Comissão de Carnaval [111][163][175]
1962 Vice-campeã Grupo 1 “Rio dos vice-reis”
(Samba-enredo composto por Aidno Sá, David do Pandeiro e Mano Décio)
Comissão de Carnaval [176][163][177]
1963 3.º Lugar Grupo 1 “Rio de ontem e de hoje ou Exaltação a Mem de Sá”
(Samba-enredo composto por David do Pandeiro)
Comissão de Carnaval [112][163][178]
1964 4.º Lugar Grupo 1 “Aquarela brasileira”
(Samba-enredo composto por Silas de Oliveira)
Comissão de Carnaval [179][163][180]
1965 Vice-campeã Grupo 1 “Cinco bailes tradicionais na história do Rio”
(Samba-enredo composto por Bacalhau, Dona Ivone Lara e Silas de Oliveira)
Comissão de Carnaval [181][163][180]
1966 3.º Lugar Grupo 1 “Glória e graças da Bahia”
(Samba-enredo composto por Joacyr Santana e Silas de Oliveira)
Antônio Carbonelli, Armando Iglésias e Paulo Freitas [182][163]
1967 Vice-campeã Grupo 1 “São Paulo, chapadão de glórias”
(Samba-enredo composto por Joacyr Santana e Silas de Oliveira)
Antônio Carbonelli, Armando Iglésias e Paulo Freitas [183][163]
1968 Vice-campeã Grupo 1 “Pernambuco, leão do Norte”
(Samba-enredo composto por Joacyr Santana e Silas de Oliveira)
Castelo Branco e João Bittencourt [113][163]
1969 4.º Lugar Grupo 1 “Heróis da liberdade”
(Samba-enredo composto por Mano Décio, Manoel Ferreira e Silas de Oliveira)
Acir Pimentel e Swayne Moreira [114][163][184][180]
1970 8.º Lugar Grupo 1 “Arte em tom maior”
(Samba-enredo composto por Aidno Sá, Jorge Lucas e Nina Rodrigues)
Acir Pimentel e Swayne Moreira [115][163]
1971 3.º Lugar Grupo 1 “Nordeste – Seu povo, seu canto, sua gente”
(Samba-enredo composto por Heitor, Maneco e Wilson Diabo)
Fernando Pinto [116][163]
1972 Campeã Grupo 1 “Alô, alô, taí Carmem Miranda”
(Samba-enredo composto por Wilson Diabo, Heitor Rocha e Maneco)
Fernando Pinto [117][163][185]
1973 Vice-campeã Grupo 1 “Viagem encantada Pindorama adentro”
(Samba-enredo composto por Carlinhos, Malaquias e Wilson Diabo)
Fernando Pinto [118][163]
1974 3.º Lugar Grupo 1 “Dona Santa, Rainha do Maracatu”
(Samba-enredo composto por Carlinhos, Malaquias e Wilson Diabo)
Fernando Pinto [119][163][186]
1975 3.º Lugar Grupo 1 “Zaquia Jorge, a vedete do subúrbio, estrela de Madureira”
(Samba-enredo composto por Alvarese)
Fernando Pinto [187][163]
1976 7.º Lugar Grupo 1 “A lenda das sereias, rainhas do Mar”
(Samba-enredo composto por Dionel, Arlindo Velloso e Vicente Mattos)
Fernando Pinto [120][163]
1977 6.º Lugar Grupo 1 “Brasil, berço dos imigrantes”
(Samba-enredo composto por Jorge Lucas e Roberto Ribeiro)
Lielzo de Azambuja e Moacyr Rodrigues [121][163]
1978 7.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo 1 “Oscarito, carnaval e samba – Uma chanchada no asfalto”
(Samba-enredo composto por Aidno Sá, Nina Rodrigues e Ubirajara Cardoso)
Fernando Pinto [188][163]
1979 Vice-campeã Grupo 1B “Municipal maravilhoso, 70 anos de glórias”
(Samba-enredo composto por Edson Paiva, Jorge Lucas e Roberto Ribeiro)
Evandro de Castro Lima, Jorge Segundo e Di Menezes [122][163]
1980 5.º Lugar Grupo 1A “Império das Ilusões – Atlântida, eldorado, sonho e aventura”
(Samba-enredo composto por Durval Nery e Joaquim Aquiar)
Evandro do Rosário, José Eugênio, Mauro Almeida e Ubiratan de Assis [189][163]
1981 10.º Lugar Grupo 1A “Na terra do pau-brasil, nem tudo Caminha viu”
(Samba-enredo composto por Edson Paiva e Jorge Lucas)
Luís Fernandes e Ricardo Aquino [123][163]
1982 Campeã Grupo 1A “Bum-bum Paticumbum Prugurundum”
(Samba-enredo composto por Aluísio Machado e Beto Sem Braço)
Rosa Magalhães e Lícia Lacerda [124][163]
1983 3.º Lugar Grupo 1A “Mãe baiana mãe”
(Samba-enredo composto por Aluísio Machado e Beto Sem Braço)
Renato Lage [125][163]
1984 Vice-campeã Grupo 1A
(Domingo)
“Foi malandro, é”
(Samba-enredo composto por Bicalho)
Renato Lage [190][163]
4.º Lugar Supercampeonato
1985 7.º Lugar Grupo 1A “Samba, suor e cerveja, o combustível da ilusão”
(Samba-enredo composto por Beto Sem Braço)
Renato Lage e Lilian Rabello [126][163]
1986 3.º Lugar Grupo 1A “Eu quero”
(Samba-enredo composto por Aluísio Machado, Jorge Nóbrega e Luiz Carlos do Cavaco)
Renato Lage e Lilian Rabello [127][163]
1987 3.º Lugar Grupo 1 “Com a boca no mundo, quem não se comunica se trumbica”
(Samba-enredo composto por Aluísio Machado e Beto Sem Braço)
Ney Ayan [128][163]
1988 7.º Lugar Grupo 1 “Pára com isto, dá cá o meu”
(Samba-enredo composto por Jarbas da Cuíca, Luis Carlos do Cavaco e Lula)
Ney Ayan [129][163]
1989 10.º Lugar Grupo 1 “Jorge Amado, axé Brasil”
(Samba-enredo composto por Arlindo Cruz, Aluízio Machado, Beto Sem Braço e Bicalho)
Oswaldo Jardim [191][163]
1990 11.º Lugar Grupo Especial “História da nossa história”
(Samba-enredo composto por Edgard do Agogô, Ibraim, Jangada, Solidão, Tico do Gato e Zito)
Gil Ricon [88][163]
1991 15.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo Especial “É por aí que eu vou”
(Samba-enredo composto por Beto Pernada, Edu do Pagode, Elci, Ibraim, Solidão e Valdir Sargento)
Ney Ayan [89][163]
1992 3.º Lugar Grupo A “Fala Serrinha, a voz do samba sou eu mesmo, sim senhor”
(Samba-enredo composto por Beto Sem Braço, Jangada e Maurição)
Luiz Rangel, Paulo Resende e Wanderley Silva [192][163]
1993 Vice-campeã Grupo A “Império Serrano, um ato de amor”
(Samba-enredo composto por Aluísio Machado, Acyr Marques, Arlindo Cruz e Bicalho)
Cid Camilo e Sanclair Boiron [130][163]
1994 16.º Lugar Grupo Especial “Uma festa brasileira”
(Samba-enredo composto por Beto Pernada, Lula e Zito)
Cid Camilo e Sanclair Boiron [70][163]
1995 15.º Lugar Grupo Especial “O tempo não pára”
(Samba-enredo composto por Jorge Lucas, Luis Carlos do Cavaco e Maurição)
Lilian Rabello [71][163]
1996 6.º Lugar Grupo Especial “Verás que um filho teu não foge à luta”
(Samba-enredo composto por Aluísio Machado, Arlindo Cruz, Beto Pernarda, Índio do Império e Lula)
Ernesto Nascimento [90][163]
1997 15.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo Especial “O mundo dos sonhos de Beto Carrero”
(Samba-enredo composto por Arlindo Cruz, Carlos Sena, Índio do Império e Maurição)
Jerônimo Guimarães [91][163]
1998 Campeã Grupo A “Sou o ouro negro da mãe África”
(Samba-enredo composto por Deo Alexandre, Gonzagão, Gonzaguinha, Otávio Samba, Paulinho Gafieira e Marcão da Serrinha)
Comissão de carnaval [131][163]
1999 13.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo Especial “Uma rua chamada Brasil”
(Samba-enredo composto por Arlindo Cruz, Carlos Sena, Elmo Caetano e Maurição)
Mário Borriello [92][163]
2000 Campeã Grupo A “Os canhões de Guararapes”
(Samba-enredo composto por Marco Cabeça Branca, Paulinho Manahu e Zé Ferreira)
Sílvio Cunha [93][163]
2001 11.º Lugar Grupo Especial “O rio corre pro mar”
(Samba-enredo composto por Arlindo Cruz, Carlos Sena, Elmo Caetano e Maurição)
Sílvio Cunha, Ernesto Nascimento e Actir Gonçalves [94][163]
2002 9.º Lugar Grupo Especial “Aclamação e coroação do Imperador da Pedra do Reino: Ariano Suassuna”
(Samba-enredo composto por Aluísio Machado, Carlos Sena, Elmo Caetano, Maurição e Lula)
Comissão de carnaval [193][133][163][194]
2003 12.º Lugar Grupo Especial “E onde houver trevas que se faça a luz”
(Samba-enredo composto por Aluísio Machado, Arlindo Cruz, Carlos Sena, Elmo Caetano e Maurição)
Ernesto Nascimento [95][195][163]
2004 9.º Lugar Grupo Especial “Aquarela Brasileira“(Reedição do enredo de 1964)
(Samba-enredo composto por Silas de Oliveira)
Ilvamar Magalhães [96][196][39][163]
2005 12.º Lugar Grupo Especial “Um grito que ecoa no ar. Homem/Natureza – o perfeito equilíbrio”
(Samba-enredo composto por Marcão, Marcelo Ramos e João Bosco)
Ilvamar Magalhães [97][197][163]
2006 8.º Lugar Grupo Especial “O Império do divino”
(Samba-enredo composto por Aluísio Machado, Arlindo Cruz, Carlos Sena, Elmo Caetano e Maurição)
Paulo Menezes [98][163]
2007 12.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo Especial “Ser diferente é normal: O Império Serrano faz a diferença no carnaval”
(Samba-enredo composto por Aluísio Machado, Arlindo Cruz, Carlos Senna, Maurição e João Bosco)
Jack Vasconcelos [99][198][163]
2008 Campeã Grupo A “Taí, eu fiz tudo pra você gostar de mim”
(Samba-enredo composto por Chupeta, Henrique Hoffmann, Marcão, Marcelo Ramos, Nato, Vando Diniz, William Black e Zé Paulo)
Renato Lage e Márcia Lage [100][163]
2009 12.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo Especial “A lenda das sereias e os mistérios do mar”
(Reedição do enredo de 1976)
(Samba-enredo composto por Dionel, Arlindo Velloso e Vicente Mattos)
Márcia Lage [138][44][45][163]
2010 6.º Lugar Grupo A “João das ruas do Rio”
(Samba-enredo composto por Henrique Hoffmann, Marcelo Ramos, Paulinho Valença, Popeye e Willian Black)
Rosa Magalhães, Andréa Vieira e Mauro Leite [79][199]
[47][200][163]
2011 6.º Lugar Grupo A “A benção, Vinícius”
(Samba-enredo composto por Aluísio Machado, Henrique Hoffmann, Paulinho Valença, Popeye, Victor Alves e Zé Paulo)
Alexandre Colla [80][201][163][202]
2012 Vice-campeã Grupo A “Dona Ivone Lara: O enredo do meu samba”
(Samba-enredo composto por Arlindo Cruz, Arlindo Neto e Tico do Império)
Mauro Quintaes [203][50][163][204]
2013 3.º Lugar Série A “Caxambu – O milagre das águas na fonte do samba”
(Samba-enredo composto por Airinho, Beto do Império, Filipe Araújo, Henrique Hoffmann, Marcelo Ramos, Paulinho Valença e Popeye)
Mauro Quintaes [103][205][51][163]
2014 6.º Lugar Série A “Angra com os reis”
(Samba-enredo composto por Beto do Império, Filipe Araújo, Henrique Hoffmann, Juliano Centeno, Paulinho Valença, Popeye, Tião Pinheiro e Victor Alves)
Eduardo Gonçalves
2015 3.º Lugar Série A “Poema aos peregrinos da fé”
(Samba-enredo composto por Alex Ribeiro, Andinho Samara, Arlindo Cruz, Beto BR, Carlos Senna, Chico Matos, Lucas Donato, Rogê, Wagner Rogério e Zé Glória)
Severo Luzardo
2016 4.º Lugar Série A “Silas canta Serrinha”
(Samba-enredo composto por Aluísio Machado, Andinho Samara, Arlindo Cruz, Arlindo Neto, Lucas Donato e Zé Gloria)
Severo Luzardo
2017 Campeã Série A “Meu quintal é maior do que o mundo”
(Samba-enredo composto por Lucas Donato, Tico do Gato, Andinho Samara, Victor Rangel, Jefferson Oliveira, Ronaldo Nunes, André do Posto 7, Vagner Silva, Vinicius Ferreira, Rafael Gigante e Totonho)
Marcus Ferreira
2018 13.º Lugar Grupo Especial O Império do Samba na rota da China!
(Samba-enredo composto por Lucas Donato, Tico do Gato, Chupeta, Henrique hoffman, Arlindo Neto, Andinho Samara, Victor Rangel, Jefferson Oliveira, Ronaldo Nunes e André do Posto 7)
Fabio Ricardo
2019 Grupo Especial Paulo Menezes

Títulos

Títulos da Império Serrano
Grupo Títulos Temporadas
WikiCup Trophy Gold.png Especial 9 1948, 1949, 1950, 1951, 1955, 1956, 1960, 1972 e 1982
Trophy (transp. Simón Bolívar Cup).png Acesso 4 1998, 2000,2008 e 2017

Premiações

Estandarte de Ouro

Ver artigo principal: Estandarte de Ouro
Ver também: Anexo:Lista dos vencedores do Estandarte de Ouro
Estandartes de Ouro do Império Serrano
Categoria Total Ano Referência
Escola (Grupo Especial) 3 1973, 1982, 2004 [213]
Escola (Série A) 4 2008, 2012, 2013, 2016 [214][215][216][217]
Samba-enredo (Grupo Especial) 6 1982, 1983, 1986, 2001, 2004, 2006 [218]
Samba-enredo (Série A) 5 1992, 1993, 2000, 2011, 2012 [219][220][215]
Enredo 2 1972, 1982 [221]
Bateria 9 1982, 1983, 1987, 1994, 1997, 2002, 2004, 2007, 2009 [222]
Mestre-sala 2 1975, 1980 [223]
Porta-bandeira 3 1987, 1996, 1999 [224]
Intérprete 2 2004, 2006 [225]
Comissão de frente 1 1994 [226]
Ala 4 1980, 1984, 1990, 2001 [227]
Ala de baianas 3 1987, 2004, 2009 [228]
Personalidade 6 1977, 1980, 1982, 1983, 2001, 2007 [229]
Revelação 4 1982, 1986, 1988, 2009 [230]
Passista masculino 2 1977, 1982 [231]
Destaque feminino (Categoria extinta em 1986) 3 1972, 1974 e 1981 [232]
Destaque masculino (Categoria extinta em 1986) 2 1981 e 1985 [233]
Comunicação com o público (Categoria extinta em 1984) 1 1972 [213]
Fantasia (Categoria extinta em 1975) 2 1972 e 1973 [234]

Outros prêmios

Ver também: Premiações extraoficiais do Carnaval do Rio de Janeiro

Outros prêmios recebidos pelo GRES Império Serrano.

Ano Prêmio Categoria / premiados Ref.
1969 Cidadão Samba Jorge Peçanha [235]
1971 Cidadão Samba Jorginho do Império [235]
1974 Cidadão Samba Mestre Fuleiro [235]
1994 Cidadão Samba Jorginho do Império [235]
1999 Tamborim de Ouro Passista masculino (Lacraia) [236]
[email protected] Prêmio especial (Rita Freitas, porta-bandeira) [237]
2000 [email protected] Melhor desfile [238]
Samba-enredo (“Os canhões de Guararapes” – Compositores: Marco Cabeça Branca, Paulinho Manahu e Zé Ferreira)
Melhor comunicação com o público
Alegoria (“Caravela de Garrafas”)
Velha guarda
2002 Tamborim de Ouro Homenagem especial (Neide Coimbra) [239]
2004 Tamborim de Ouro Samba-enredo (“Aquarela brasileira” – Compositor: Silas de Oliveira) [240]
Troféu Jorge Lafond Intérprete (Nêgo) [241]
Personalidade (Jorginho do Império)
[email protected] Ala de passistas [242]
2005 Troféu Jorge Lafond Personalidade (Jorginho do Império) [243]
2006 Tamborim de Ouro Samba-enredo (“O Império do Divino” – Compositores: Aluísio Machado, Arlindo Cruz, Carlos Sena, Elmo Caetano e Maurição) [244]
Troféu Apoteose Samba-enredo (“O Império do Divino” – Compositores: Aluísio Machado, Arlindo Cruz, Carlos Sena, Elmo Caetano e Maurição) [245]
2007 Tamborim de Ouro Enredo (“Ser diferente é normal: O Império Serrano faz a diferença no carnaval”) [246]
Passista feminino (Quitéria Chagas)
2008 Troféu Rádio Manchete Melhor escola do Grupo de Acesso A [247]
Troféu Jorge Lafond Melhor escola do Grupo de Acesso A [248]
Samba-enredo do Grupo de Acesso A (“Taí, eu fiz tudo pra você gostar de mim” – Chupeta, Henrique Hoffmann, Marcão, Marcelo Ramos, Nato, Vando Diniz, William Black e Zé Paulo)
Enredo do Grupo de Acesso A (“Taí, eu fiz tudo pra você gostar de mim”)
Bateria (Diretor responsável: Mestre Átila)
[email protected] Melhor desfile [249][250]
Bateria (Diretor responsável: Mestre Átila)
Ala das baianas
Troféu Parangolé Carnavalescos Márcia Lage e Renato Lage(Pela atitude na linguagem estética visual e releitura criativa do enredo) [251]
2009 Tamborim de Ouro Ala das baianas [252][253]
Estrela do Carnaval Bateria (Diretor responsável: Mestre Átila) [254]
Troféu Rádio Manchete Homenagem especial (Império Serrano) [255]
2010 [email protected] Comissão de frente (Coreógrafo: João Wlamir) [256][257]
Troféu Jorge Lafond Bateria (Diretor responsável: Mestre Gilmar) [258]
Gato de Prata Bateria (Diretor responsável: Mestre Gilmar) [259]
2011 [email protected] Desfile mais empolgante [260][261]
Samba-enredo (“A benção, Vinícius” – Compositores: Aluísio Machado, Henrique Hoffmann, Paulinho Valença, Popeye, Victor Alves e Zé Paulo)
Gato de Prata Samba-enredo (“A benção, Vinícius” – Compositores: Aluísio Machado, Henrique Hoffmann, Paulinho Valença, Popeye, Victor Alves e Zé Paulo) [262]
Estrela do Carnaval Samba-enredo (“A benção, Vinícius” – Compositores: Aluísio Machado, Henrique Hoffmann, Paulinho Valença, Popeye, Victor Alves e Zé Paulo) [254]
Bateria (Diretor responsável: Mestre Gilmar)
Troféu Jorge Lafond Samba-enredo (“A benção, Vinícius” – Compositores: Aluísio Machado, Henrique Hoffmann, Paulinho Valença, Popeye, Victor Alves e Zé Paulo) [263]
Bateria (Diretor responsável: Mestre Gilmar)
2012 SRZD-Carnaval Melhor escola do Grupo de Acesso A [264][265]
Tupi Carnaval Total Melhor escola do Grupo de Acesso A [265]
Troféu Jorge Lafond Melhor escola do Grupo de Acesso A [266]
Samba-enredo (“Dona Ivone Lara: O enredo do meu samba” – Compositores: Arlindo Cruz, Arlindo Neto e Tico do Império)
Estrela do Carnaval Melhor desfile do ano [254][265]
Samba-enredo (“Dona Ivone Lara: O enredo do meu samba” – Compositores: Arlindo Cruz, Arlindo Neto e Tico do Império)
Bateria (Diretor responsável: Mestre Gilmar)
Gato de Prata Samba-enredo (“Dona Ivone Lara: O enredo do meu samba” – Compositores: Arlindo Cruz, Arlindo Neto e Tico do Império) [267]
[email protected] Melhor escola [268][269][265]
Samba-enredo (“Dona Ivone Lara: O enredo do meu samba” – Compositores: Arlindo Cruz, Arlindo Neto e Tico do Império)
Desfile mais empolgante
Ala de passistas
Alegoria (“Os cinco bailes da história do meu rio”)
Samba é nosso Enredo (“Dona Ivone Lara: O enredo do meu samba”) [265]
Carnavalesco (Mauro Quintaes)
Conjunto harmônico
Plumas & Paetês Carnavalesco do Grupo de Acesso A (Mauro Quintaes) [270]
Compositores do Grupo de Acesso A (Arlindo Cruz, Arlindo Neto e Tico do Império)
Carpinteiro Grupo de Acesso A (Marcelo Vianna)
Direção de carnaval (Andre Marins, Carlos Pereira, Eduardo Belo e Jener Tonassi)
Diretor de harmonia (Marcos da Costa de Souza)
2013 Tamborim de Ouro Melhor escola da Série A [271]
Estrela do Carnaval Bateria (Diretor responsável: Mestre Gilmar) [254][272]
Gato de Prata Bateria (Diretor responsável: Mestre Gilmar) [273]
Troféu Jorge Lafond Bateria (Diretor responsável: Mestre Gilmar) [274]
Rainha de bateria (Quitéria Chagas)
Troféu Apoteose Ala das baianas [275]
Rainha de bateria (Quitéria Chagas)
[email protected] Destaque de luxo (Albimar Mendes – “A força das 12 fontes”, carro abre-alas) [276]
Plumas & Paetês Pintor (Puchinelli) [277][278]
Iluminador / Eletricista (Marcelo Castilho)
2014 Gato de Prata Bateria (Diretor responsável: Mestre Gilmar) [279]
Homenagem especial (Aluízio Machado)
Cidadão Samba Aluízio Machado [280]
Troféu Apoteose Mestre-sala (Alex Marcelino) [281]
2015 Tamborim de Ouro Melhor escola da Série A [282]
[email protected] Samba-enredo (“Poema aos peregrinos da fé” – Compositores: Alex Ribeiro, Andinho Samara, Arlindo Cruz, Beto BR, Carlos Senna, Chico Matos, Lucas Donato, Rogê, Wagner Rogério e Zé Glória) [283]
Gato de Prata Mestre-sala (Feliciano Junior) [284]
Porta-bandeira (Raphaela Caboclo)
SRZD-Carnaval Casal de Mestre-sala e Porta-bandeira (Feliciano Junior e Raphaela Caboclo) [285]
Ala de passistas da Série A
Samba é nosso Ala de passistas [286]
Troféu Jorge Lafond Ala de passistas [287]
Harmonia (Diretor responsável: André Marins e Ferreti)
2016 Tamborim de Ouro Melhor escola da Série A [288]
Troféu Jorge Lafond Melhor escola da Série A [289][290]
Comissão de frente (Coreógrafa: Claudia Motta)
Rainha de bateria (Patrícia Chélida)
Ala das baianas
Gato de Prata Comissão de frente (Coreógrafa: Claudia Motta) [291][292]
Rainha de bateria (Patrícia Chélida)
[email protected] Ala das baianas [293]
Troféu Sambista Enredo (“Silas canta Serrinha”) [294][295]
Velha guarda
Ala de passistas
SRZD-Carnaval Ala de passistas [296]
Machine Ala de passistas [297][298]
Passista Samba no Pé Passista feminino (Luana Estrela) [299]
Plumas & Paetês Coreógrafa de comissão de frente (Claudia Motta) [300]
Destaque de luxo (Diogo Ribeiro)

Escola Mirim

Ver artigo principal: Império do Futuro

Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Mirim Império do Futuro é a escola de samba mirim do Império Serrano. Foi fundada em 5 de agosto de 1983, sendo considerada a primeira escola de samba mirim do Brasil. Em 1979, em comemoração ao Ano Internacional da Criança, Arandi Cardoso dos Santos (o Careca), teve a ideia de formar uma escola só de crianças para desfilar na frente do Império Serrano. A ideia não vingou e apenas quatro anos depois a escola foi fundada. O desfile dessas escolas não é competitivo, ou seja, não há uma campeã. A escola mirim revela grandes talentos. Mestre Átila Gomes e o mestre-sala Claudinho passaram pela escola mirim.

Bibliografia

  • Araujo, Bernardo (2015). O Prazer da Serrinha: Histórias do Império Serrano 1.ª ed. Rio de Janeiro: Verso Brasil. ISBN 978-85-62767-17-3
  • Bastos, João (2010). Acadêmicos, unidos e tantas mais – Entendendo os desfiles e como tudo começou 1.ª ed. Rio de Janeiro: Folha Seca. ISBN 978-85-87199-17-1
  • Cabral, Sérgio (2011). Escolas de Samba do Rio de Janeiro 1.ª ed. São Paulo: Lazuli; Companhia Editora Nacional. ISBN 978-85-7865-039-1
  • Diniz, André (2012). Almanaque do Samba – A história do samba, o que ouvir, o que ler, onde curtir 1.ª ed. Rio de Janeiro: Zahar. ISBN 978-85-37808-73-3
  • Diniz, André; Cunha, Diogo (2014). Na Passarela do Samba – O Esplendor das Escolas em 30 anos de desfiles de carnaval no Sambódromo 1.ª ed. Rio de Janeiro: Casa da Palavra. ISBN 978-85-7734-445-1
  • Fabato, Fábio; Gasparini, Gustavo; Melo, João Gustavo; Magalhães, Luis Carlos; Simas, Luiz Antonio (2016). As Matriarcas da Avenida – Quatro grandes escolas que revolucionaram o maior show da Terra 1.ª ed. Rio de Janeiro: Nova Terra. ISBN 978-85-61893-61-3
  • Gomyde Brasil, Pérsio (2015). Da Candelária à Apoteose – Quatro décadas de paixão 3.ª ed. Rio de Janeiro: Multifoco. ISBN 978-85-7961-102-5
  • Valença, Rachel; Valença, Suetônio (2017). Serra, Serrinha, Serrano – O Império do Samba 1.ª ed. Rio de Janeiro: Record. ISBN 978-85-0110-897-5





Artigo anteriorUnidos de Vila Isabel
Próximo artigoBeija-Flor De Nilópolis
Fabio Silvahttp://#
Paulistano, Corintiano, casado, pai de dois filhos e um apaixonado pela cultura do Samba.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Discover

Publicidade

Últimas Publicaçoes

Henrique Cazes

Henrique Cazes (Henrique Leal Cazes, Rio de Janeiro, 02/02/1959). Nascido em uma família de músicos amadores do subúrbio carioca do Méier, começou a tocar violão com...

Mauro Diniz

Mauro Diniz (Rio de Janeiro, 1952) é um arranjador, compositor, músico, cantor e compositor brasileiro, cujo estilo incorpora o samba e pagode. Filho do compositor...

Jayme Vignoli

Cavaquinista, arranjador, compositor e produtor musical nascido no Rio de Janeiro em 13 de março de 1967, Jayme Vignoli começou a tocar cavaquinho aos treze anos....

Wanderson Martins

Wanderson Jorge de Paula Martins (Rio de Janeiro, 12 de fevereiro de 1962), mais conhecido como Wanderson Martins, é um instrumentista, produtor musical e...

Dino 7 Cordas

Horondino José da Silva, conhecido como Dino 7 Cordas, (Rio de Janeiro, 5 de maio de 1918 — Rio de Janeiro, 27 de maio...